por Franciele Zarpelon Corrêa
Não é novidade a relação cada vez mais próxima entre o pensamento/ação nos campos da comunicação e da educação. Em tempos contemporâneos, tal imbricação vem suscitar novas formas de aprendizagem, assim como conhecimentos mais atualizados e fragmentados. Ou seja, “Estamos passando de uma sociedade com sistema educativo para uma sociedade educativa, isto é, cuja rede educativa atravessa tudo, o trabalho e o lazer, o escritório e a casa, a saúde e o envelhecimento” (MARTÍN-BARBERO, 2003, p. 12, tradução livre). Portanto, não existem lugares, nem idade para se aprender!
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