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Posts de Junho, 2008

Jornal do Paraíso é premiado no Expocom Sul

Publicado por Processocom em Junho 30, 2008

Texto: Maellen Muniz
Foto: Divulgação/Intercom Sul

Jornal do Paraíso, projeto de extensão do curso de jornalismo, elaborado pela aluna do sétimo período Priscila Noernberg, com a orientação do professor Juciano Lacerda, em parceria com a comunidade do bairro Jardim Paraíso ganhou o prêmio na categoria Processo e subcategoria Impresso no Expocom Sul, promovido pela Intercom Sul – Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação. O evento, que ocorreu nos dias 29, 30 e 31 de maio, em Guarapuava (PR), foi um momento para que os acadêmicos apresentassem seus trabalhos,  desenvolvidos nas instituições de Comunicação Social dos estados de Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul.

Para defender o trabalho, Priscila elaborou uma apresentação de dez minutos baseada em textos de Paulo Freire, que trata da troca de valores, e de Pedro Gilberto Gomes, em que o autor explica as teorias de saber, fazer e pensar. A aluna (na foto, à esquerda, recebendo o prêmio da professora Maria Zaclis Ferreira, da Unicenp) acredita que o diferencial do Jornal do Paraíso foi a maneira com que ela descreveu o projeto, utilizando as teorias construídas por tais autores. Basicamente, elas mostram que o profissional e a comunidade podem trocar experiências e desenvolver um trabalho relevante para a sociedade. Os outros candidatos, ao contrário da estudante, tiveram o auxílio de apresentação em powerpoint mas, não citaram teoria alguma.

Apesar dos 17 trabalhos inscritos, Priscila sentiu que apenas dois eram capazes de vencer: o “Jornal Comunitário Folha da Princesa”, da Universidade Católica de Pelotas (UCPel – RS), e “.txt”, desenvolvido por estudantes da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM – RS). O periódico da UCPel existe há oito anos, entretanto, a própria faculdade é quem arca com as despesas do projeto elaborado por uma bolsista e nove voluntários. A “.txt” é uma revista feita durante uma disciplina na UFSM em que os assuntos abordados visavam um público que estivesse dentro da universidade ou em torno dela. Três edições foram lançadas. Porém, o projeto não teve continuidade.

Com o prêmio no Expocom Sul, Priscila terá a oportunidade de apresentar o Jornal do Paraíso para todo o Brasil no evento da Intercom Nacional, que ocorrerá em Natal (RN), de 2 a 6 de setembro.

Leia o artigo inscrito no Expocom Sul.

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Jesús Martín-Barbero propone nuevas formas de investigar la comunicación y la cultura

Publicado por Processocom em Junho 19, 2008

Texto: Núria Reguero
Foto: Divulgação

El teórico de la comunicación y autor de De los medios a las mediaciones (G. Gili, 1987), Jesús Martín Barbero propone claves para la investigación en comunicación y cultura invitado por la Cátedra Unesco de Comunicación InCom-UAB, el 8 de mayo en la Fundación Cidob.

¿Cómo investigar las políticas culturales y de comunicación sin toparnos con lo que está sucediendo en la política? ¿Cómo pensar juntas la comunicación y la cultura cuando las instituciones las separan de forma radical? Con estas interrogaciones iniciaba el profesor emérito de la Universidad Javeriana de Bogotá Jesús Martín Barbero un seminario para investigadores en políticas de la cultura y la comunicación.

El experto anima a estudiar las construcciones simbólicas del sentido y a diluir la dicotomía que supone pensar la cultura como la dimensión auténtica o la expuesta en los museos, y la comunicación como la dimensión liviana o el plagio.

Sus líneas de investigación huyen del determinismo tecnológico y del pesimismo cultural: “Hay que investigar lo que nos dé esperanza, y como dijo Benjamin, la esperanza se nos da a través de los desesperados: hoy hay muchos desesperados en América Latina con gran imaginación y buscando una transformación radical de lo que es hacer política”, afirmó.

Martín Barbero propone investigar los cruces entre las dimensiones de cuatro agentes principales: lo público, las industrias, el mercado y el tercer sector o sector independiente, donde crece la creatividad. “Lo público ha sido fagocitado por lo estatal provocando la decadencia de lo social y de su heterogeneidad. Ante medios de comunicación ventrílocuos necesitamos políticas que permitan la expresión de otras voces. El desafío fundamental de las políticas públicas es plantearse la heterogeneidad de lo social”, advirtió.

Por lo que respecta a las industrias culturales, el experto insta a no confundirlas con la legitimidad del mercado: “La industria no es un puro producto del mercado sino que también se constituye desde la política”, afirmó. Y considera muy pertinente trasladar al campo de la cultura el concepto de desarrollo sostenible. En este sentido, calificó a las convenciones de la Unesco como “textos sin dientes” en la medida que carecen de capacidad de interpelación con el Banco Mundial y el Fondo Monetario Internacional.

Jesús Martín Barbero también sugirió pensar las temporalidades de los procesos culturales. Por ejemplo, desde la capacidad de las colectividades culturales para negociar en los ámbitos que les afectan; así como desde los relatos identitarios: “Una cultura sólo es tenida en cuenta por otra si la otra no sabe contarse, la identidad no es un hecho sino un relato. Las culturas permanecen vivas mientras se comunican entre ellas, siendo la comunicación una dimensión constitutiva de la vida cultural y no sólo su exhibición”, arguyó.

Por último, el profesor y asesor político insta a estudiar el tercer sector de la comunicación como proceso relacionado con la vitalidad de la cultura: “No podemos investigar los medios de comunicación comunitarios fuera del nuevo paradigma de la comunicación: la red, la interfaz o los nodos, en contraposición al paradigma de Shannon de emisor-mensaje-receptor”, explicó. Para Barbero, los medios de comunicación comunitarios son un agente social que piensa su lugar y lo transmite, generando procesos de ciudadanía y creando tejidos que suponen una reinvención de la democracia.

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‘Honrosos’ bolsistas de iniciação científica

Publicado por Processocom em Junho 3, 2008

Fonte: J.U Online
Foto: Greyce Vargas

Na última quinta-feira, 29 de maio, ocorreu a solenidade de encerramento da Mostra Unisinos de Iniciação Científica 2008. Entre os trabalhos apresentados dos cursos de Comunicação, sete alunos da Unisinos e dois da UFRGS receberam menção honrosa. A cerimônia de premiação aconteceu no Auditório Bruno Hammes, no Centro 4 da Universidade.

O destaque ficou por conta do grupo de pesquisa Processocom, que teve cinco de seus integrantes premiados. Os alunos Bruno Schmidt Alencastro e Daniela Cristina Machado são bolsistas da professora Jiani Adriana Bonin, que coordena a pesquisa Mídia e memória: palimpsestos de memória étnica na recepção.

Já Rafael Tourinho Raymundo, Cristiane Grings de Azevedo e Sabrina Bocchi dos Santos participam da pesquisa de Alberto Efendy Maldonado intitulada A transmetodologia: o desafio de estruturação epistemológica das estratégias de investigação científica em comunicação no umbral do século XXI.

 

Na seqüência: Jiani, Daniela,
Rafael, Efendy e Bruno

Mostra Unisinos de Iniciação Científica

A mostra atividade tem por objetivo valorizar o estudante universitário como produtor de conhecimento e estimular a adesão de novos alunos à pesquisa. Durante os quatro dias de atividades, os inscritos acompanharam apresentações orais dos trabalhos, 15 minicursos de áreas como Ecologia, Produção Textual, Direito, Saúde, Comunicação, Psicologia, Direitos Humanos e Democracia, além dos pôsteres e exposições culturais. Saiba mais sobre a mostra e conheça todos os premiados.

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