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Posts de Abril, 2008

Universia disponibiliza revista “Nossa América”

Publicado por Processocom em Abril 29, 2008

Imagem: Divulgação

A partir deste mês, publicação estará disponível para download

A partir deste mês de março, o Universia disponibiliza a versão integral da revista “Nossa América” para download. Fruto da parceria entre o Universia Brasil, a revista, bimestral, terá sua versão digital distribuída gratuitamente aos usuários do Universia em duas versões: português e espanhol.

- Clique aqui e faça o download da revista “Nossa América” – edição 28 em Português (em arquivo .zip. Para ler a revista, é preciso ter o Adobe PDF Reader).

- Clique aqui e faça o download da revista “Nossa América” – edição 28 em Espanhol (em arquivo .zip. Para ler a revista, é preciso ter o Adobe PDF Reader).

A revista “Nossa América” é uma publicação editada pelo Memorial da América Latina, com o apoio das universidades USP (Universidade de São Paulo), Unesp (Universidade Estadual Paulista) e Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), que integram o conselho curador do memorial. Sua produção foca no contexto cultural, político e social da América Latina.

Na atual edição, que circula em versão impressa a partir do próximo dia 18 de março, traz matérias sobre o teatro ibero-americano e uma matéria especal sobre a artista plástica Maria Bonomi. Além destas, trata também das repercussões da revolução cultural de maio de 68 na América, complementando o material com um texto sobre os impactos ambientais no Aqüífero Guarani.

O Memorial da América Latina, responsável pela publicação e distribuição da revista, foi criado em 1989 como um espaço para reunir as manifestações artísticas e culturais da região. Também tem o intuito de reunir e representar a identidade da América Latina, além de fomentar estudos e pesquisas sobre a região.

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Assassinato como espetáculo

Publicado por Processocom em Abril 22, 2008

Arte e foto: Bruno Alencastro

Escrito por Carlos Alberto Di Franco, professor de Etica e doutor em Comunicação pela Universidade de Navarra. Publicado no jornal O Estado de São Paulo, do dia 21 abril de 2008.

 

Poucas horas após a polícia afirmar que o assassinato da pequena Isabella Nardoni, de 5 anos, estava “70% esclarecido”, o pai e a madrasta da menina – que haviam passado nove dias na cadeia – foram libertados por ordem judicial. Alexandre Alves Nardoni, de 29 anos, e sua mulher, Anna Carolina Trotta Peixoto Jatobá, de 24, ao serem soltos, foram, ambos, protegidos por escolta policial.

A saída de Alexandre do 77º Distrito Policial (DP) – no Bairro de Santa Cecília, centro da cidade de São Paulo – foi presenciada por cerca de 200 pessoas, que gritavam “assassino” e “lincha”. Anna Carolina, que estava no 89º DP (Portal do Morumbi, na zonal sul), também foi hostilizada por curiosos na porta da delegacia. “Pena de morte”, “assassina” e “cadeira elétrica” eram alguns dos gritos mais comuns.

Com as televisões e as rádios informando a todo tempo o trajeto de Anna Carolina Jatobá e de Alexandre Nardoni, das delegacias ao Instituto Médico Legal, uma multidão se foi formando em frente ao local.

“Morre, desgraçado, covarde”, gritava um transeunte. “Também acho que foi a madrasta”, dizia outro. Irritava-se a platéia de curiosos, que pouco via além dos logotipos das emissoras nas costas dos cinegrafistas e do espocar dos flashes dos fotógrafos.

O bárbaro assassinato da pequena Isabella desencadeou um forte e compreensível desejo social de punição. Alguns policiais, armados de precipitação e sede de notoriedade, acabaram pautando a opinião pública e a própria mídia. Quando o pai de Isabella, um dia depois do crime, saía do distrito policial onde prestara depoimento, uma delegada presente no local dirigiu-lhe gritos de “assassino”. A encarregada do inquérito, num procedimento surpreendente, informou à imprensa a respeito dos níveis porcentuais já atingidos no esclarecimento do caso. A loquacidade inicial do promotor, intensa e diária, mereceu reparos do Judiciário. As autoridades, de fato, armaram o espetáculo e alguns setores da mídia, sobretudo certos telejornais, entraram em cheio no crime do ano. A repetição exaustiva de cenas garantiu, certamente, uma bela audiência. Não sei se garantirá a credibilidade. Os jornais têm sido razoavelmente sóbrios, mas a televisão tem forçado a mão. Leia o resto deste post »

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Aqui é bom de se fazer pesquisa

Publicado por Processocom em Abril 17, 2008

Texto: Paulo Ludwig
Foto: Bruno Alencastro

Brasil figura pela primeira mês na lista dos melhores países do mundo onde se desenvolvem estudos – em 11º lugar, está à frente de Alemanha e França

O Brasil entrou pela primeira vez na disputada lista dos melhores países do mundo para se fazer pesquisa científica.

O país figura na 11ª colocação em 2007 entre as nações que mais se debruçam sobre projetos científicos, de acordo com um estudo divulgado pela revista americana The Scientist.

No ranking, o país aparece na frente de potências como Alemanha e França. Entre os pesquisadores do Estado, é consenso de que o investimento do governo federal na educação continuada dos profissionais foi importante para a colocação.

Criada em 1951, a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) é apontada como uma das principais responsáveis pelo salto de qualidade nas pesquisas científicas realizadas no Brasil. Além de avaliar e fiscalizar os centros de pós-graduação espalhados pelo país, o órgão estimula atividades de intercâmbio, concede bolsas de estudo e apóia eventos de natureza científica.

A diferença verificada nas duas últimas décadas está na aplicação do conhecimento absorvido pelos cientistas brasileiros em mestrados e doutorados no Exterior. Hoje, após a formação de um grande número de profissionais qualificados, é possível desenvolver projetos brasileiros que se equiparam com estudos de países como Estados Unidos e Canadá.

- Antes, estudávamos fora e não tínhamos onde aplicar esses conhecimentos. Mas o Brasil fez a opção de ter ciência de qualidade e hoje estamos colhendo esses frutos – diz Flávio Kapczinski, professor do Departamento de Psiquiatria da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e coordenador do Laboratório de Psiquiatria Molecular do Hospital de Clínicas da Capital.

Hoje, alguns trabalhos locais não só recebem elogios internacionais, como são financiados pelo capital estrangeiro. A equipe liderada por Kapczinski no Hospital de Clínicas de Porto Alegre, por exemplo, já recebeu US$ 1 milhão (R$ 1,7 milhão) de centros filantrópicos americanos para o desenvolvimento de uma pesquisa que visa à melhora de pacientes com transtorno bipolar.

Confira o ranking*

1°) Bélgica
2°) Estados Unidos
3°) Canadá
4°) Suíça
5°) Austrália
6°) Índia
7°) Holanda
8°) Reino Unido
9°) Israel
10°) Suécia
11°) Brasil
12°) Alemanha
13°) França
14°) México
15°) Itália

Além do Brasil, apenas o México foi inserido na lista dos melhores países pela primeira vez. Os outros 13 países entre os 15 primeiro colocados no ranking já estiveram na lista, divulgada desde 2003. O ranking disposto acima corresponde ao ano de 2007.

(*Fonte: http://www.the-scientist.com)

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Fortalecer el campo público de la comunicación para combatir el terrorismo mediático

Publicado por Processocom em Abril 17, 2008

Texto: Beto Almeida
Foto: Divulgação

Beto Almeida, periodista brasileño
Presidente da TV Cidade Livre de Brasília
Ancla de la TV Paraná Educativa
Miembro de la Junta Directiva de Telesur
Miembro del Consejo Editorial del Periódico “Brasil de Fato”
Caracas, marzo de 2008


Ya no se discute más se existe o no el terrorismo mediático. Después que la humanidad comprobó, espantosamente, hasta donde pueden llegar los poderosos conglomerados privados mediáticos, cuando han creado un clima de terror en la opinión pública mundial, a partir de la falsa noticia de que habían armas de destrucción masivas en Irak, para justificar la ocupación y destrucción criminales de aquél país, haciendo correr allí tanta sangre en la misma proporción de la cantidad de petróleo que rapiñan, ya no hay más dudas; ya se puede esperar las acciones más inescrupulosas y sanguinarias de los que practican el terrorismo mediático.

Esta degeneración comunicacional es parte de la naturaleza misma de los medios de comunicación organizados en forma de oligopólios y cada vez más como reflejo de la inevitable concentración del sistema capitalista. O sea, no es posible creer en alguna posibilidad de civilidad, de corrección o de humanización de ese sistema comunicacional prisionero de la lógica del mercado cartelizado en una fase imperialista del sistema capitalista, cuya esfera de actividad más dinámica y lucrativa es la industria bélica. La vinculación y fusión cada vez mas profundizada de los medios de comunicación con esta industria bélica se comprueba con el control ejercido por los anunciantes sobre los medios; anunciantes que en su mayoría son empresas transnacionales desde siempre involucradas en las acciones de desestabilización de gobiernos democráticos y progresistas en todas partes.

El terrorismo mediático contra Vargas

La experiencia de Brasil con el llamado terrorismo mediático es trágica. Getúlio Vargas, que presidió el pais en una etapa en que más se nacionalizó la economía, que creó leyes que han favorecido los trabajadores, que hizo surgir la universidad pública, y dio gran incentivo a la educación pública y gratuita, inclusive haciendo nacer la Radio Nacional – emisora pública capaz de practicar una comunicación de contenidos verdaderamente nacionales, con grande repercusión popular -, sufrió en la carne por sus posiciones nacionalistas y antiimperialistas. Exactamente 30 días después de haber firmado la Ley que creaba la Petrobrás, Vargas fue llevado al suicidio en 24 de agosto de 1954 bajo presión de una fuerte campaña terrorista mediática que hablaba noche y día de un “Mar de Lama” en su gobierno. Vargas había creado la radio pública, pero había cometido el error de permitir que la televisión naciera privada en Brasil, inmediatamente asociada a los intereses económicos extranjeros, que jamás han aceptado la nacionalización del petróleo, de las riquezas minerales, las leyes de protección al trabajador, y que estaban determinados a no permitir que su gobierno siguiera adelante. El cerco mediático, de TV, radio y periódicos fue determinante para desmovilizar la población, para crear un clima de terror, llegando al ápice con el supuesto “atentado de la Calle Toneleros”, cuando un mayor de la Aeronáutica, seria asesinado por “francos tiradores” (“matones”) que la campaña del terrorismo mediático inmediatamente apuntaló como siendo agentes de Vargas, lo que jamás se ha efectivamente comprobado.

Vargas tenia consigo solamente la Radio Nacional de Río de Janeiro y el periódico “Última Hora”, diário popular y de grande tirada, dirigido por el periodista nacionalista Samuel Wainer, también blanco de la campaña del terrorismo mediático, acusado de ser judío. Contra él estaban unidos todos los demás medios de comunicación, las transnacionales, la oligarquía, y la incomprensión del Partido Comunista que, en titulares de su periódico en la edición de aquél 24 de agosto, también llamaba, junto con todos los periódicos controlados por el gran poder económico, la renuncia de Vargas. Con un tiro en su corazón Vargas despertó la indignación del pueblo brasileño, que salió a las calles y empasteló los medios de los golpistas y incluso el equivocado periódico de los comunistas que también reivindicaba la renuncia del presidente. supuestamente desde un punto de vista de la izquierda. Se hizo una acción popular fulminante que aplazó por 10 años la dictadura militar, que solamente comenzaría de hecho en 1964. Leia o resto deste post »

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XI Prêmio Luiz Beltrão destaca o trabalho acadêmico

Publicado por Processocom em Abril 16, 2008

Texto: Juliana de Brito
Imagem: Divulgação

A 11ª edição do Prêmio Luiz Beltrão dedica-se a destacar a qualidade de trabalhos realizados nas universidades ou nos centros e institutos de pesquisa dedicados às Ciências da Comunicação. O lançamento oficial do Prêmio será realizado na terça-feira, 15, às 14h, na Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro.

Esse evento dará início às atividades do Prêmio, que terão continuidade com as indicações de candidaturas (de 17 de abril a 19 de maio), a análise técnica das candidaturas inscritas (20 a 31 de maio), a avaliação das candidaturas pelo júri (1º a 16 de junho de 2006), o anúncio dos vencedores (20 de junho) e a entrega dos diplomas (4 de setembro), durante o 11º Simpósio de Pesquisa Avançada em Comunicação, em Natal, Rio Grande do Norte.

As candidaturas ao prêmio são inscritas, cada ano, pelos sócios da INTERCOM, e também por indicação de membros da comunidade acadêmica da área. Outras informações com William Lara, da assessoria da INTERCOM, pelos telefones: (11) 8273-1178 e (11) 3091-4088.

Categorias

A distinção será concedida anualmente em quatro categorias: Maturidade Acadêmica (pesquisador-senior), Liderança Emergente (jovem doutor), Grupo Inovador (núcleo de pesquisa ou produtora midiática) e Instituição Paradigmática (escolas, institutos, empresas, associações, etc).

Júri

A seleção dos candidatos e a decisão sobre os vencedores é competência de um júri nacional, composto por 17 membros, do qual participam os ganhadores de anos anteriores da categoria “maturidade acadêmica”. Também participam da avaliação, pesquisadores que exerceram a presidência da INTERCOM.

Luiz Beltrão

O nome do prêmio é uma homenagem ao pioneiro da pesquisa acadêmica sobre os fenômenos comunicacionais brasileiros, Luiz Beltrão. Pernambucano de Olinda, ele foi o fundador do Instituto de Ciências da Informação, primeiro centro acadêmicos nacional de estudos midiáticos. Além de criador da primeira revista de ciências da comunicação (Comunicações & Problemas), na Universidade Católica de Pernambuco, em 1963. Luiz Beltrão faleceu em Brasília em 1986.

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Ambiências comunicacionais e vivências midiáticas digitais

Publicado por Processocom em Abril 10, 2008

Fotos: Juracy Lacerda de Andrade
Texto: Ariadna Straliotto

Ambiências Comunicacionais e Vivências Midiáticas Digitais – Conexões e sentidos entre espacialidades pessoais, arquitetônicas e digitais: um estudo da experiência dos internautas em telecentros de acesso público gratuito dos projetos Paranavegar e Faróis do Saber – Curitiba (PR) este é o título da tese, desenvolvida pelo professor de Juciano de Sousa Lacerda, cuja sessão pública de defesa, na Unisinos, mereceu 5 horas e meia de um debate denso sobre os aspectos que envolvem a lógica dos telecentros, os modos de uso destes espaços pelos sujeitos e a política de inclusão digital. A avaliação iniciou às 14h07, na tarde do dia 28 de março.

Na banca cinco avaliadores dialogaram com o acadêmico: Theóphilos Rifiotis, da UFSC, Bruno Fuser, da UFRJ, Fabrício Silveira, Suely Fragoso, ambos do corpo docente da Unisinos, e Efendy Maldonado, orientador do trabalho.

A problemática de pesquisa visava trazer mais visibilidade e compreensão do processo de midiatização digital a partir das vivências socializadas no espaço do telecentro, no cotidiano das pessoas. Em Barcelona, no telecentro de Catalunha, o pesquisador tomou contato empírico prévio com o tema. As conversas, as entrevistas em profundidade , as observações de uso da internet, foram realizadas em Curitiba e resultaram em um diário de campo textual e fotográfico,uma base plurimetodológica do estudo. O mapeamento do uso da internet, por exemplo, foi feito com 136 usuários, em 5650 minutos. Além dessas navegações exploratórias, o conhecimento de projetos mantenedores de telecentros em Porto Alegre e São Paulo forneceram ao estudioso um panorama sobre a construção do ambiente digital a partir de políticas das prefeituras. Um histórico sobre a sociedade da informação na América Latina também integra o trabalho. A tese faz interconexões entre as espacialidades, as ambiências midiático comunicacionais.

Após meia hora de defesa, cada argüidor teve exatos 30 minutos para sua avaliação, e o acadêmico direito a meia hora de réplica.

Veja as fotos

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Mudanças na cultura midiática latino-americana. Entrevista especial com Denis de Moraes

Publicado por Processocom em Abril 3, 2008

Foto: Patrícia dos Santos
Texto: Greyce Vargas

Patr�cia dos SantosQue a cultura midiática latino-americana está mudando, não há dúvidas. Mas é preciso salientar que há mudanças extremamente significativas acontecendo, enquanto que, em outros países, a mudança ainda é tímida.

“Essas modificações que começam a aparecer no cenário latino-americano se devem basicamente à ação de governos progressistas, particularmente os governos da aliança bolivariana das Américas: Venezuela, Equador e Bolívia, que entendem que a comunicação é uma questão estratégica para o desenvolvimento social e econômico e têm procurado interferir mais no sistema midiático, no sentido de aumentar a variedade dos conteúdos e das fontes emissoras”, diz o professor Denis de Moraes.

Entrevistado pelo IHU On-Line, Denis fala ainda sobre a relação entre comunicação e governabilidade, crise das indústrias e conselhos de comunicação. A conversa foi realizada por telefone.

Confira a entrevista.

Denis de Moraes é mestre em Comunicação pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, onde também realizou doutorado em Comunicação e Cultura. É pós-doutor pela Universidade Federal de Minas Gerais e pelo Consejo Latinoamericano de Ciencias Sociales, da Argentina. É professor da Universidade Federal Fluminense. É autor de, entre outras obras, O concreto e o virtual: mídia, cultura e tecnologia (Rio de Janeiro: DP&A, 2001) e Cultura mediática y poder mundial (Buenos Aires: Grupo Editorial Norma, 2006).

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Entrevistas com o Prof. Jesús Martín-Barbero

Publicado por Processocom em Abril 2, 2008

PERFIL BIOGRÁFICO Y ACADÉMICO

 

Nacido en Ávila, España, en 1937. Estudió Filosofía y Letras en la universidad católica de Lovaina, Bélgica, donde se doctoró en 1971, y Antropología y Semiótica en la Escuela de Altos Estudios de París. Director del Departamento de Comunicación de la Universidad del Valle en Cali (Colombia), donde permaneció entre 1975 y 1995. Entre 1995 y 2002 ejerció la docencia en Instituto Tecnológico y de Estudios Superiores de Occidente, en Guadalajara, México. Ha sido profesor visitante de las Universidades Complutense de Madrid, Autónoma de Barcelona, Standford, Libre de Berlín, King’s College de Londres, Puerto Rico, Buenos Aires, Sao Paulo, Lima, etcétera. En 2003, obtuvo la nacionalidad colombiana. Doctor ‘honoris causa’ por la Universidad Nacional de Rosario (Argentina) y por la Pontificia Universidad Javeriana de Bogotá (Colombia). Ha sido presidente de la ALAIC (Asociación Latinoamericana de Investigadores de la Comunicación), miembro del Comité consultivo de la FELAFACS (Federación Latinoamericana de Facultades de Comunicación Social). Es miembro del Comité científico de Infoamérica.

Vídeo nº 1:
Entrevista durante o Seminário Internacional sobre Diversidade Cultural (Brasília, jun/2007). Os internautas puderam interagir via chat, por onde expressaram suas opiniões e encaminharam perguntas aos palestrantes. No vídeo, o professor Jesús Martín-Barbero responde a algumas destas perguntas.

Vídeo nº 2:
Entrevistador: Fernando Irigaray
Câmera: Marco Pistacchia
Edição: F. Irigaray e M. Pistacchia
Duração: 6. 46 min
Universidad Nacional de Rosario

 

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