Taís Seibt
Fazia tempo que eu queria “entrar na academia”. Tinha tentado várias vezes uma vaga na iniciação científica, mas a incompatibilidade de horários com a rotina de trabalho e também a distância (eu morava em Gramado, na Serra) dificultavam o ingresso. Passaram-se os semestres, tornei-me vizinha da Unisinos e finalmente consegui um estágio que me oportunizaria compatibilizar as duas vivências: a profissional e a acadêmica. Graças a contatos com colegas, que já eram amigos de longa data, comecei na pesquisa em junho deste ano. As experiências que tive desde então comprovaram que apenas vir para a aula é pouco para a formação universitária ser plena.
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